
Na 3ª grande entrevista do PFN, fomos até o treino de FA tackle do SP Storm.
Time pioneiro nesta modalidade na Capital, vem apresentando grande crescimento nos amistosos realizados no interior do Estado.
Neste treino encontramos para nossa entrevista o jogador e fundador da equipe Vinicius Gaspar, também conhecido como Tails (???).
Jogador de grande destaque na LPFA, conta abaixo como está sendo a adapatação a modalidade tackle.
1-Quais foram as principais mudanças no SP Storm de 2007 para 2008?
Tails: Basicamente montamos um time inteiramente novo. Nosso elenco em 2007 era de 20 jogadores, hoje em dia contamos com aproximadamente 60. Alteramos nossa prioridade, que anteriormente era o Flag, e estamos focados agora em jogar o futebol americano praticado nos EUA, o tackle.
2. Quais as principais dificuldades no time nessa transição?
Tails: Foi uma transição natural.Não tivemos muitas dificuldades , jogamos 4 meses sem shoulder pads e nos últimos 2 com este equipamento.Graças a esse pioneirismo na cidade de São Paulo hoje temos 3 jogadores que já atuaram na Seleção Brasileira no nosso elenco , sendo que 2 foram chamados para o amistoso contra o Uruguai.
3. Você acha que conseguirá se sair bem no tackle, apesar do porte galináceo?
Tails: É mais complicado fazer catches com o shoulder pad, mas tudo é uma questão de treino. Os jogadores de São Paulo tem que desmistificar que o tackle é só para quem tem um porte físico avantajado, a técnica sempre vai contar muito. E se você tem medo de se machucar ou de contato físico está no esporte errado.
4. Para esclarecer melhor este fato, qual seu peso, altura, idade e posição em campo?
Tails: 1,73m.63kg.21 anos.Wide receiver.
5. Desde que seu time começou com o Tackle ocorreu alguma lesão mais séria, que não ocorreria em um jogo de Flag?
Tails: Sim ocorreu, mas com o aumento do contato físico já era esperado isso. Ainda estamos aprendendo a dinâmica do tackle por isso alguns acidentes podem ocorrer, mai a tendência é eles diminuirem com o tempo.
6. Agora que você começou a jogar tackle, qual a sua motivação para jogar flag?
Tails: Estamos aproximadamente 6 meses jogando tackle e não tem comparação as 2 modalidades. O flag lhe da uma noção do jogo, mas tem um sentimento diferente quando o cara tem que te derrubar ao invés de só tirar uma bandeira. É um desafio! E a empolgação vicía.
7. Diferente de 90% dos WRs da LPFA, você é um WR anão e consegue se destacar. Qual o segredo para compensar o fato de ser verticalmente prejudicado?
Tails: Eu treino freqüentemente ,pesquiso vídeos na internet sobre o assunto,mas o mais importante para um receiver é o entrosamento com o seu quarterback, eu e o Henrique temos um pouco disso...afinal se ele consegue achar um WR anão em campo há definitvamente uma sintonia entre nós.
8. E ainda, tendo em vista o porte galináceo, como fazer para escapar dos bumps de CBs sensivelmente mais fortes?
Tails:Me considero bastante rápido sendo capaz de escapar de eventuais bumps.Nosso time tem corners tanto físicos como ágeis então estou preparado para qualquer jogador que possa vir me marcar.
9. Contra o Vipers, na modalidade tackle, você jogou até de CB, como foi ter que marcar jogadores que fazem parte da seleção brasileira?
Tails: Foi uma das melhores sensações desde que eu comecei nesse esporte! Tive a oportunidade de dar um tackle no 3D e no Fúrio.Eu com meus 60 e poucos quilos dei um tackle no running back da seleção brasileira que deve pesar uns 100 quilos. É tudo uma questão de técnica. Tive a oportunidade de descontar os tackles que tomei do Bahia durante o jogo. Hehehe...
10. Tendo em vista o grande aumento do número de jogadores no Storm, é natural que ocorram muitas divergências de opiniões e atitudes entre eles. Você, como um dos diretores e fundadores da equipe, o que está fazendo para solucionar eventuais conflitos e disputas de egos?
Tails:Não temos muitos conflitos internos.Como somos o ÚNICO time q joga tackle na cidade às vezes ficamos chateados por não termos adversários para jogar aqui perto.Os novos jogadores trouxeram uma química diferente e hoje estamos num patamar acima do que estávamos ano passado.
11 - O que você acha da proibição e recriminação aos churrascos que ocorrem nas rodadas da LPFA?
Tails: Tem muitos times da liga que já se consideram profissionais e pensam que estão em um nível acima do que realmente estão. A graça na LPFA é a confraternização entre os jogadores de times diferentes, criando um sentimento de amizade com todo mundo que adora esse esporte. Nenhum churrasco atrapalhou o andamento de um jogo, muito pelo contrário ,muitas vezes faltaram juízes e adivinha quem foi AJUDAR?
12. Pretende então continuar incentivando os churrascos?
Tails:Sempre!!Já tentei organizar uma baixo assinado mas não deu muito certo.Continuarei tentando e protestando sempre que puder.
13. Você ainda é virgem?
Tails:Não
14. Você foi eleito o mascote Emo da comunidade LF Pirata. Qual foi sua contribuição para a invasão de Emos na LPFA?
Tails:Esse cargo é do gigante por direito.Me sinto uma fraude nele!!ahyhayua
Não contribui para essa invasão de nerds q ficam na net escrevendo besteiras (Dell)ou dos jogadores do Phoenix,mas foi eu que chamei o gigante para entrar no Storm.
Tails: Basicamente montamos um time inteiramente novo. Nosso elenco em 2007 era de 20 jogadores, hoje em dia contamos com aproximadamente 60. Alteramos nossa prioridade, que anteriormente era o Flag, e estamos focados agora em jogar o futebol americano praticado nos EUA, o tackle.
2. Quais as principais dificuldades no time nessa transição?
Tails: Foi uma transição natural.Não tivemos muitas dificuldades , jogamos 4 meses sem shoulder pads e nos últimos 2 com este equipamento.Graças a esse pioneirismo na cidade de São Paulo hoje temos 3 jogadores que já atuaram na Seleção Brasileira no nosso elenco , sendo que 2 foram chamados para o amistoso contra o Uruguai.
3. Você acha que conseguirá se sair bem no tackle, apesar do porte galináceo?
Tails: É mais complicado fazer catches com o shoulder pad, mas tudo é uma questão de treino. Os jogadores de São Paulo tem que desmistificar que o tackle é só para quem tem um porte físico avantajado, a técnica sempre vai contar muito. E se você tem medo de se machucar ou de contato físico está no esporte errado.
4. Para esclarecer melhor este fato, qual seu peso, altura, idade e posição em campo?
Tails: 1,73m.63kg.21 anos.Wide receiver.
5. Desde que seu time começou com o Tackle ocorreu alguma lesão mais séria, que não ocorreria em um jogo de Flag?
Tails: Sim ocorreu, mas com o aumento do contato físico já era esperado isso. Ainda estamos aprendendo a dinâmica do tackle por isso alguns acidentes podem ocorrer, mai a tendência é eles diminuirem com o tempo.
6. Agora que você começou a jogar tackle, qual a sua motivação para jogar flag?
Tails: Estamos aproximadamente 6 meses jogando tackle e não tem comparação as 2 modalidades. O flag lhe da uma noção do jogo, mas tem um sentimento diferente quando o cara tem que te derrubar ao invés de só tirar uma bandeira. É um desafio! E a empolgação vicía.
7. Diferente de 90% dos WRs da LPFA, você é um WR anão e consegue se destacar. Qual o segredo para compensar o fato de ser verticalmente prejudicado?
Tails: Eu treino freqüentemente ,pesquiso vídeos na internet sobre o assunto,mas o mais importante para um receiver é o entrosamento com o seu quarterback, eu e o Henrique temos um pouco disso...afinal se ele consegue achar um WR anão em campo há definitvamente uma sintonia entre nós.
8. E ainda, tendo em vista o porte galináceo, como fazer para escapar dos bumps de CBs sensivelmente mais fortes?
Tails:Me considero bastante rápido sendo capaz de escapar de eventuais bumps.Nosso time tem corners tanto físicos como ágeis então estou preparado para qualquer jogador que possa vir me marcar.
9. Contra o Vipers, na modalidade tackle, você jogou até de CB, como foi ter que marcar jogadores que fazem parte da seleção brasileira?
Tails: Foi uma das melhores sensações desde que eu comecei nesse esporte! Tive a oportunidade de dar um tackle no 3D e no Fúrio.Eu com meus 60 e poucos quilos dei um tackle no running back da seleção brasileira que deve pesar uns 100 quilos. É tudo uma questão de técnica. Tive a oportunidade de descontar os tackles que tomei do Bahia durante o jogo. Hehehe...
10. Tendo em vista o grande aumento do número de jogadores no Storm, é natural que ocorram muitas divergências de opiniões e atitudes entre eles. Você, como um dos diretores e fundadores da equipe, o que está fazendo para solucionar eventuais conflitos e disputas de egos?
Tails:Não temos muitos conflitos internos.Como somos o ÚNICO time q joga tackle na cidade às vezes ficamos chateados por não termos adversários para jogar aqui perto.Os novos jogadores trouxeram uma química diferente e hoje estamos num patamar acima do que estávamos ano passado.
11 - O que você acha da proibição e recriminação aos churrascos que ocorrem nas rodadas da LPFA?
Tails: Tem muitos times da liga que já se consideram profissionais e pensam que estão em um nível acima do que realmente estão. A graça na LPFA é a confraternização entre os jogadores de times diferentes, criando um sentimento de amizade com todo mundo que adora esse esporte. Nenhum churrasco atrapalhou o andamento de um jogo, muito pelo contrário ,muitas vezes faltaram juízes e adivinha quem foi AJUDAR?
12. Pretende então continuar incentivando os churrascos?
Tails:Sempre!!Já tentei organizar uma baixo assinado mas não deu muito certo.Continuarei tentando e protestando sempre que puder.
13. Você ainda é virgem?
Tails:Não
14. Você foi eleito o mascote Emo da comunidade LF Pirata. Qual foi sua contribuição para a invasão de Emos na LPFA?
Tails:Esse cargo é do gigante por direito.Me sinto uma fraude nele!!ahyhayua
Não contribui para essa invasão de nerds q ficam na net escrevendo besteiras (Dell)ou dos jogadores do Phoenix,mas foi eu que chamei o gigante para entrar no Storm.