Conhecido como o LB gordinho, desempenhou um bom papel em 2007 e 2008, surpreendendo muitas pessoas.
Conseguimos a seguinte entrevista, em uma bela churrascaria na zona sul, de nome Black Moon.
1. Como foi sua adaptação em 2008 ao time do Silver Bullets?
No começo foi complicado, até senti vontade de voltar pro Tigers, mas aí a galera foi conversando comigo e eu fui me enturmando. O que ajudou também foi a entrada de vários outros novos jogadores, assim, eu não ficava tão “perdido” sozinho.
Então, estava tudo bem no Tigers, até o Borges anunciar a “contratação” de um novo jogador, que eu não ia muito com a cara não, desde os tempos de T.I. 2007. Na hora que ele falou isso, eu disse que ia sair do time, para não causar nenhum problema e tal. Mas aí descobri que não ia poder jogar por outro time mais, aí fiquei. Após a temporada, depois da eliminação para o Sharks, recebi um convite do Miura, Alez e Kevin, e sai do time.
É sensacional. É a primeira vez que eu consigo zoar, toda vez que eu encontro, um superior meu. E quando ele treina com a gente? É mais sensacional ainda, sempre acaba no chão.
O “frigobar” que quer jogar de LB tem que estudar muito o jogo, mostrar que conhece do jogo. Não estou falando de táticas ou regras, mas dos “atalhos” do campo, colocação, liderança. Isso faz a diferença.
Trouxe, sem dúvidas. Além de todo o conhecimento da galera que joga aqui, os americanos ajudam demais. Sempre tem alguma coisa pra falar, ensinar, e isso faz diferença.
Treino. Isso foi o que foi feito. Todo domingo, chuva ou sol, treinando e repetindo as mesmas jogadas, mostrando onde tinha que ficar, qual era a rota. Se o WR errasse a rota, Kevin jogava a bola onde era pra ele estar, pra mostrar onde errou. Isso é um dos exemplos. O treino e a dedicação fizeram a diferença
Que eu saiba, não, mas vai saber se eu não estou sendo excluído e não sei de nada, né?
É, o Duda é malinha, ainda mais depois que foi eleito o MVP do SampaBowl. (Risos). Não tem nada disso, pelo menos dentro do time não tem, mas quem está de fora vê outra coisa, muitas pessoas já falaram isso do Duda pra mim, mas eu sempre falo que não é verdade.
Sobre Cleber e Helbert, no Silver Bullets todo mundo tem direito de fazer o quiser, eles preferiram sair, buscar novos ares, desejo toda a sorte para eles. Já o meu irmão, ele não saiu ainda!
Temos muito bons jogadores que estavam na reserva pelo grande qualidade dos que saíram, e que agora terão oportunidades, como é o caso do Pedro Marinho, DE. É muito bom jogador e agora vai ter chance.
Não, não posso dizer!
Eu sei que acham isso mesmo, mas não tem nada disso. Vou contar uma coisa. Em um dos jogos do Bullets esse ano, eu estava estrelando e xinguei os coachs no meio do jogo. Fui pro banco direto. Acho que se tivesse essa proteção, não tinha acontecido isso. Fiquei muito puto na hora, mas eles fizeram o certo.
Eu gosto, mas tem que ter a organização. A galera tava deixando tudo sujo e sempre caia a culpa no churrasco. Acho que a Liga podia delimitar um espaço, na beira do campo ou na linha de fundo pra isso.
Tenho sim, mas vai demorar um pouco. Farei uma cirurgia no ombro e são quatro meses de recuperação, mas quero jogar sim. Mas não quero deixar o flag, que é diversão garantida. 15. Você recebeu alguma proposta de outra equipe da LPFA?
Acho que por ser “protegido” do Miura, não. (Risos)
Eu acho que pode rolar sim, sem problema. Mas não pode misturar: na hora do jogo, jogador é jogador, cheerleader é cheerleader. Respeitando isso, é uma coisa mais do que normal. Nunca viu filme americano?



SP Bullets após atropelar o glorioso Brasil Devilz. Amizade e respeito entre os jogadores e equipes. (E tem também um gordo bobo do Lacedemonia ali no meio)
Steamrollers após atropelar o forte time do Phoenix. Amizade e respeito entre os jogadores e equipes. (Não localizamos nenhum gordo bobo do Lacedemonia nesta foto)